Nesta série:
Assuntos relacionados: |
Por que acreditar em Deus?O REAL MOTIVO
|
Perguntas difíceis que exigiram respostas“Enquanto estava sendo treinado num hospital como estudante de medicina, vi gente boa gemendo de dor por causa de doenças ou de acidentes. Se existe um Deus, por que acontecem tais coisas? É a religião apenas um modo de se conseguir paz mental?” — Um ex-presbiteriano na Coréia. “Devido ao fato de meu falecido pai ter sido alcoólatra, perguntava-me se ele tinha ido para o inferno ou para o céu. Eu tinha muito medo dos mortos e da idéia do inferno. Não conseguia entender como um Deus tão amoroso mandaria alguém para o inferno a fim de sofrer eternamente.” — Uma ex-católica no Brasil. “Qual é o futuro da Terra e da humanidade? Como a humanidade poderia viver para sempre? Como a humanidade pode conseguir verdadeira paz?” — Um ex-católico na Alemanha. “O ensino da reencarnação não tinha sentido para mim. Os animais não adoram, portanto, se você por algum motivo for reencarnado como animal para pagar pelos seus pecados, como você retifica a questão e sai dessa condição?” — Um ex-hindu na África do Sul. “Eu cresci numa família confucionista, e costumava participar na cerimônia para o descanso dos nossos antepassados. Ao participar em armar uma mesa sacrificial e curvar-me, eu me perguntava se os antepassados mortos vinham para comer o alimento e para ver se nos curvávamos diante deles.” — Um ex-confucionista na Coréia. Todas essas pessoas encontraram respostas às suas perguntas quando passaram a estudar a Bíblia com as Testemunhas de Jeová. |
|
O conhecimento exato é a chave para se acreditar em DeusO que podemos aprender dessas experiências? Elas nos mostram que, para se crer em Deus, é essencial obter da Bíblia um conhecimento exato. O apóstolo Paulo disse aos cristãos na antiga cidade de Filipos: “Isto é o que continuo a orar: que o vosso amor abunde ainda mais e mais com conhecimento exato e pleno discernimento.” (Filipenses 1:9) Paulo relacionou aqui o amor a Deus e aos concrentes com o conhecimento exato de Deus e o discernimento de sua vontade. Isso é razoável, visto que o primeiro requisito para se confiar em alguém é conhecê-lo — quanto mais e melhor o conhecermos, maior será nossa confiança. De modo similar, você precisa ter conhecimento exato para ser motivado a crer em Deus. “A fé é a expectativa certa de coisas esperadas, a demonstração evidente de realidades, embora não observadas”, disse Paulo. (Hebreus 11:1) Acreditar em Deus sem conhecimento exato da Bíblia é como um castelo de cartas. Basta um sopro para fazê-lo desmoronar.
Estudar a Bíblia pode ajudá-lo a encontrar respostas a perguntas tais como aquela que por muito tempo deixou Abel e Aram intrigados. Por que as pessoas morrem? A Bíblia explica que “por intermédio de um só homem entrou o pecado no mundo, e a morte por intermédio do pecado, e assim a morte se espalhou a todos os homens, porque todos tinham pecado”. (Romanos 5:12) Os humanos envelhecem e morrem, não porque Deus os leva para ficarem com ele, mas porque Adão pecou. (Gênesis 2:16, 17; 3:6, 17-19) Além disso, a Bíblia revela a verdadeira esperança que Jeová Deus oferece. Por meio do seu Filho, Jesus Cristo, ele oferece à humanidade pecaminosa a esperança duma ressurreição. — João 5:28, 29; Atos 24:15. A fim de entendermos a verdade sobre a ressurreição, o registro bíblico contém diversos exemplos de pessoas que Jesus fez reviver. (Lucas 7:11-17; 8:40-56; João 11:17-45) Ao ler esses relatos bíblicos, atente para a alegria e o contentamento dos amigos e da família dos ressuscitados. Note também que eles se sentiram induzidos a louvar a Deus e a ter fé em Jesus. O conhecimento exato sobre Deus e seus propósitos pode ter hoje o mesmo efeito sobre as pessoas. Anteriormente, muitas delas se sentiam confusas, oprimidas e mesmo perplexas por causa de questões importantes para as quais não conseguiam encontrar respostas satisfatórias. Mas, ao estudarem a Bíblia, encontraram as respostas, e isso mudou completamente a sua vida. O amor a Deus é o motivo principal para
|
|
![]() |
|
Publicado em A Sentinela de 1.º de dezembro de 2003 |